Velocidade de mudança
As cidades brasileiras se destacaram na dimensão “velocidade de mudança”, que avalia as melhorias da cidade nos últimos anos nas esferas econômica, social e ambiental.
São Paulo ficou na 9ª colocação no quesito e o Rio de Janeiro na 13ª.
Já sobre “oportunidades econômicas” e “relacionamento com as autoridades”, as cidades ficaram nas duas últimas posições entre as finalistas.
“A presença de São Paulo e Rio no ranking é muito interessante, por elas desbancaram grandes cidades da América Latina e do mundo. Ambas, contudo, ainda podem se desenvolver muito mais nos próximos anos e oferecer condições melhores às suas populações”, avalia Marcos Aguiar, sócio sênior do BCG Brasil e Fellow do BCG Henderson Institute.
Apenas outras três cidades da América Latina figuraram no ranking: Buenos Aires (40ª colocação) e Cidade do México (37ª) ficaram à frente das brasileiras, enquanto Santiago do Chile ficou atrás, na 45ª posição.
Melhores do mundo para se viver
As dez primeiras colocadas foram, nesta ordem:
Londres
Nova Iorque
Helsinki
Copenhague
Abu Dhabi
Madrid
Pequim
Viena
Zurique e
Sidney
“São cidades com governos inovadores, com uma agenda clara de desenvolvimento econômico e social. Ao mesmo tempo, elas têm algumas estratégias que são totalmente focadas no bem-estar de suas populações, o que ainda é uma lacuna para as metrópoles brasileiras”, comenta Aguiar.
Outros resultados interessantes também foram encontrados. Toronto, Paris e Vancouver ficaram em níveis intermediários (19ª, 26ª e 29ª colocações, respectivamente), enquanto cidades emergentes se destacaram mais, como Pequim (7ª), Abu Dhabi (5ª) e Dubai (17ª).
“As emergentes estão se modernizando rapidamente e melhoram a qualidade de vida da sua população ano após ano. Com cada vez mais cidades como essas despontando, a tendência é que tenhamos mais surpresas nas próximas edições”, diz o executivo.
Com informações da Folha do ABC











