O crime aconteceu em julho de 2024, na residência do médico Dr. Silvio Rizzo. Três integrantes da quadrilha foram presos na manhã desta sexta-feira (24), um já está preso por outros crimes e outro continua foragido.
Uma investigação que começou há mais de um ano teve um desfecho significativo na manhã desta sexta-feira (24), com a prisão de três integrantes de uma quadrilha especializada em roubos a residências. Os suspeitos são acusados de participação no assalto violento à casa do médico Dr. Sílvio Rizzo, ocorrido em 26 de julho do ano passado, no bairro Nova Matão, em Matão. Um quarto envolvido segue foragido e um quinto já cumpre pena por outros crimes.
As Prisões
Nas primeiras horas desta sexta-feira, 24, equipes da DIG de São Carlos e da Polícia Civil de Matão, apoiadas pela Força Tática de São Carlos e pelo Canil do BAEP de Ribeirão Preto, deflagraram uma operação em três bairros de São Carlos – Vila Jacobucci, Jardim Santa Felícia e Cidade Aracy. Três suspeitos foram presos: L.K.S., 32 anos; C.G.D.S., 26 anos; e R.H.M.V., cuja idade não foi divulgada.
Os detidos foram encaminhados para a DIG de São Carlos, onde prestaram depoimento e aguardam transferência para Matão, onde responderão pelo crime. Um quarto integrante do grupo ainda não foi localizado, mas segue sendo procurado pelas autoridades.
Foto: Marcos Maximino São Carlos Agora
O Crime
Na manhâ, do dia 26 de julho, de 2024, por volta das 5h05, cinco homens invadiram a residência do Dr. Rizzo e sua esposa, Silmara. Os criminosos chegaram em dois veículos – um Gol e um Ônix – e estacionaram em ruas adjacentes antes de acessar o imóvel. Durante o roubo, o médico reagiu e foi brutalmente agredido. Após o confronto, os assaltantes fugiram em dois veículos.
A Investigação
Sob o comando do delegado Alfredo Gagliano Júnior, a Polícia Civil de Matão iniciou uma investigação minuciosa. Em outubro do ano passado, L.K.S., de 32 anos, foi detido em São Carlos, mas liberado dias depois devido à falta de provas suficientes para mantê-lo preso. As apurações, no entanto, continuaram em parceria com a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de São Carlos.
Os esforços revelaram que a quadrilha operava principalmente na região de São Carlos e tinha como alvos residências de alto padrão. Após meses de coleta de provas, a Justiça expediu mandados de prisão preventiva contra os suspeitos.
Colaborou: São Carlos Agora
Relembre o caso no vídeo: