A acusação foi realizada no dia 28 de fevereiro, em Matão, SP, quando vítima e testemunhas procuraram a DDM – Delegacia de Defesa da Mulher. Segundo o Ministério Público, o acusado praticou grave crime de estupro de vulnerável, contra a própria neta, cuja pena mínima em tese, somam-se 14 anos de reclusão.
A vítima vinha sofrendo abusos sexuais a 3 anos quando possuia 7 anos de idade. Além disso, o Ministério Público argumenta que a conduta do acusado constitui risco à ordem pública, bem como, se em liberdade poderá colocar em risco a instrução processal penal pelo contato com a vítima.
Pela investigação existem indícios suficientes de autoria e de materialidade dos estupros que a criança sofreu (conforme depoimentos da vítima, de testemunhas e laudo de exame pericial de conjunção carnal). A vítima, de apenas 10 anos, relatou à autoridade policial os atos praticados pelo avô, salientando que é abusada desdeos seus 7 anos de idade. A vítima relatou que pedia para o avô parar, mas não era atendida, além de ser ameaça. Se não bastasse as declarações da vítima, testemunhas presenciaram o acusado praticando o ato criminoso.
A violência sexual, contra a criança, incluia sexo oral, vaginal e anal.
Para piorar ainda mais a situação e indignação, na delegacia, a esposa do acusado defendeu o marido dizendo: ”Os pais da criança são os culpados, eles não poderiam ter deixado a criança sozinha com o avô”.
A prisão foi realizada pela Polícia Militar, através dos policiais Sargento Romano e Cabo Lobo, na propriedade rural do acusado, nas margens da rodovia Washington Luís, em Matão.
O nome do estuprador não será divulgado para preservar a identificação da vítima.
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